Elegia aos ventos do passado que no passado
os entes sentiram, observaram como cometas
reverberantes por gerações; eles vêm do
esquisito cheiro do ralo. Eu? Depois da
sentença, despencado, escorri pelo funil.
Eu? Sou Mademoiselle Découpé, não Marchand
de Júpiter, sou o corte dos papéis, inversão
e retroatividade, perplexidade do campo da
anatomia! Nem Orlando sou, minha história
é curta, a longevidade sob meus pés seria
insuportável! Sou o Rio Liffey-belém,
Plurabelle perdida, tradutora de filosofia
chinesa até, apropriei para mim!
Este fragmento é publicado exclusivamente para fins de divulgação cultural, literária e editorial da obra original, em conformidade com os termos do contrato de edição firmado entre autor e editora, sem qualquer finalidade comercial do autor neste site.
© 2025. Todos os direitos sobre a obra permanecem reservados à Andrômeda Editora.
