Uma escrita de alto risco subjetivo e estético, que rompe com as convenções narrativas para mergulhar num fluxo de consciência pulsante, onde o eu-autor e o eu-personagem se confundem, desafiando os limites entre a poesia, a filosofia, o delírio metafísico e a insurgência política. É uma literatura que queima: fala da morte do pai, do erotismo como abismo, da falência dos afetos diante do maquinário técnico-capitalista.
Narrativas que exploram uma Curitiba atemporal — parte memória, parte delírio. Histórias que mesclam o cotidiano e o inusitado, revelando uma cidade estranha e profundamente humana. Crônicas negras, anedotas urbanas, cartas, delírios literários e atmosferas noir transformam a capital paranaense num cenário literário vívido e incontornável.
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Antologia que reúne 13 contos de realismo mágico que transformam o comum em território de estranhamento, beleza e ruptura. A coletânea explora como o extraordinário emerge dentro do cotidiano, revelando dimensões ocultas sob a realidade ordinária através de paisagens urbanas, memórias íntimas, corpos e tensões sociais. Vitchenzo Manfron Caliari contribuiu com um conto inédito.
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Nesta coleção, a saudade não é apenas dor: é caminho, é ponte, é fio que resiste ao esquecimento. As vozes reunidas nesta coletânea atravessam o amor, o luto, a infância, a solidão e o desejo de permanência, compondo um tecido poético em que o coração e a palavra se conectam, sutis e firmes, pelo fio da saudade.