Detecção, detecção de uma civilização a partir de um ruído, civilização de ruído, civilização do ruído, desaprovação, a civilização da desaprovação…
Seguindo suas referências de sempre, entre elas, Mutantes, Beatles, Stones e Syd Barrett, e após os vários elogios do último álbum, “Plastic Soda”, Flávio Basso, já metamorfoseado também em Júpiter Apple, lançou em 2002 o seu terceiro álbum, o futurista “Hisscivilization”.
Agora se divertindo mais neste trabalho do que no último e inspirado também por Stereolab, Júpiter Maçã experimentou o low tech para soar como uma trilha de “Perdidos no Espaço”, buscando “uma coisa meio retrô, sem perder o foco no futurismo”. Segundo ele:
Com as letras variando entre o português e o inglês, junto aos amigos multi-instrumentistas como ele, entregou um dos maiores álbuns brasileiros com incrível versatilidade e experimentações.
Particularmente, é um dos meus álbuns favoritos de sua obra e recomendo fortemente que se aventurem pelos sons de cortes e fluxos maquínicos presentes em cada faixa!
